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Os rapazes também devem ser encorajados a utilizar os serviços de saúde sexual e reprodutiva.
Os governantes e os políticos devem aumentar o seu envolvimento e o compromisso social na educação, saúde e serviços de saúde sexual e reprodutiva para jovens.
Rapazes e raparigas devem promover relações de confiança, reciprocidade, igualdade e bem estar em todos os aspectos da sua vida afectivo-sexual.
Rapazes e raparigas devem ser encorajados a saber exercer os seus direitos sexuais e reprodutivos respeitando os das outras pessoas.
A sexualidade juvenil deve ter uma imagem positiva na sociedade.
A sociedade deve reconhecer o direito de rapazes e raparigas à sexualidade e os direitos sexuais e reprodutivos.
Bem mas… a auto-responsabillização, o saber dizer e ouvir um sim ou um não, o procurar ajuda, o preservativo, a contracepção segura (incluindo a contracepção de emergência) são alguns dos factores fundamentais para a vivência de uma saúde sexual e reprodutiva responsável e de qualidade.
Fonte: Grupo de trabalho “Direitos Sexuais e Reprodutivos” das ONG do Conselho Consultivo da CIDM
(Adaptado do Manifesto sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos dos Jovens/ IPPF – Federação Internacional de Planeamento Familiar).
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