Orgasmo Masculino
- em 05.26.09
- Curiosidades, Dicas, Homens, Sexo, Sexualidade, Sociedade
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O que todas as mulheres devem saber

Representa o grau máximo do prazer no masculino mas ainda está associado a muitos mitos. Desvende-os!
«Aqui no Ocidente partimos do princípio de que o orgasmo, a sensação de intenso prazer que acompanha a ejaculação, só pode ocorrer durante esta. Mas tal não é o caso. A ejaculação é possível sem orgasmo e o orgasmo é possível sem ejaculação. Segundo as filosofias chinesa e indiana, o orgasmo sem ejaculação é o caminho para o êxtase e saúde perfeita.»
Este excerto retirado de «O livro do pénis», de Maggie Paley, desmistifica o orgasmo masculino. Muitas mulheres pensam que ejaculação é sinónimo de orgasmo.
Mas não é. Além do mais, algumas façanhas habitualmente atribuídas ao sexo feminino, não são, de todo, da sua exclusividade. É que os homens também podem simular o clímax e atingir orgasmos múltiplos. Levantamos o véu sobre este tema pouco abordado…
Máxima excitação
Pode definir-se o orgasmo como a reacção física e emocional a um estímulo sexual. E a verdade é que a resposta masculina à excitação sexual nada tem a ver com a feminina, com excepção talvez, da ruborização, dos espasmos ou dos gemidos.
Mas quanto à ejaculação, a história é outra. A excitação sexual masculina faz com que o sangue seja bombeado em grande quantidade para o tecido eréctil do pénis.
A sensação de calor e de bem-estar que se espalha pelo corpo todo, resultado da erecção, é acompanhada pelo aumento do tamanho dos testículos que, num determinado momento, se retraem exercendo pressão sobre a pélvis. Esta tensão sexual adivinha a fase seguinte: a ejaculação.
Êxtase final
A ejaculação acontece em duas fases. Numa primeira, as contracções rítmicas da próstata e dos músculos pélvicos fazem com que o sémen seja impelido para a uretra. Quando isto acontece, o homem está já no ponto de não retorno, isto é, à beira do orgasmo.
A seguir, as contracções acabam por expulsar o sémen, processo que demora cerca de três a dez segundos, e é acompanhado por uma sensação de grande prazer. O orgasmo pode estar centrado no pénis e nos testículos, ou ser uma sensação que percorre o corpo todo.
No Relatório Hite sobre Sexualidade Masculina, um homem descreve-o da seguinte forma: «é uma sensação que desce pela parte de trás das pernas até aos joelhos e sobe pelos meus braços até bem dentro de mim. O pénis é apenas o foco de tudo, o gatilho».
Prazer multiplicado
O livro de Maggie Paley refere que é possível um homem sentir as contracções orgásticas da primeira fase da ejaculação, sem passar para a fase seguinte. «Enquanto for capaz de reter a ejaculação, o homem pode continuar a ter orgasmos», salienta a autora, defendendo a possibilidade de um homem ter orgasmos sem ejacular (orgasmo seco, como se refere no sexo tântrico).
Depois de inúmeras investigações neste campo, vários homens afirmaram que é a capacidade de distinguir estes dois pólos que lhes permite atingir orgasmos múltiplos (entre dez a vinte por sessão!).
Estes também salientaram que o facto de atrasarem a ejaculação (através de técnicas como o toque no períneo) resulta em orgasmos ejaculados mais intensos, e num estado pós-clímax mais enérgico. E as mulheres agradecem!
Texto: Sónia Gomes Costa
Na verdade o poste deverá chamar-se “o que todo homem deve saber”, pois eles não fazem ideia disso também.
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Grupo de Orientação para Disfunção Erétil (GODE)
O Instituto Paulista de Sexualidade, Clínica de Psicologia e Sexualidade, está abrindo um Grupo de estudo e psicoterapia sobre Disfunção Erétil.
Para esta finalidade, haverá uma seleção de homens que tenham queixa de Disfunção Erétil não vinculada a doenças crônicas e sem outras dificuldades sexuais, que necessitem receber tratamento psicoterápico gratuito.
A Disfunção Erétil é conhecida pela dificuldade ou incapacidade de obter uma ereção suficiente para relação sexual, dificuldade que pode vir a agravar diversas outras áreas da vida social e pessoal do indivíduo, tais como: baixa auto-estima, ansiedade, depressão, sentimentos de culpa e prováveis desencontros conjugais.
É de conhecimento comum a existência de diversos mitos e crenças acerca da sexualidade masculina, tais aprendizados que muitas vezes perpetuam a concepção de homem como sendo “o sexo forte, o detentor do saber sexual”. Essas afirmativas corriqueiramente impedem que esse homem procure ajuda e muitas vezes aprisionam-no a essa condição durante anos, seja por desconhecimento ou por vergonha de procurar a ajuda necessária.
O grupo de tratamento será conduzido pelos Psic. Diego Viviani e Psic. Giovanna Lucchesi do Instituto Paulista de Sexualidade.
Os candidatos deverão passar por uma avaliação psicossexológica. Esta avaliação será agendada antecipadamente e terá a duração de 3 horas. Todas as avaliações serão realizadas na sede do InPaSex, na rua Atalaia, 195, no bairro de Perdizes, cidade de São Paulo. Cada candidato receberá uma consulta devolutiva que será agendada uma semana após, quando saberá se poderá participar do grupo.
A participação neste Grupo de Tratamento para Disfunção Erétil dependerá de este homem ter dificuldade na obtenção da ereção e/ou não consegui-la, ter parceria fixa, que possa participar do tratamento quando solicitada, não ter outras dificuldades sexuais que venham a ser diagnosticadas e não ter condições financeiras de contratar tratamento particular para superar esta dificuldade sexual. Caso o candidato não se encaixe nesta proposta, será encaminhado para tratamento em outras possibilidades e com profissionais especializados nestes tratamentos.
A participação neste Grupo de Tratamento para Disfunção Erétil também depende do participante concordar que os registros efetuados durante as sessões de psicoterapia e demais informações sobre o tratamento possam ser utilizados pelos psicoterapeutas com finalidades de estudos e publicações, mantendo-se o sigilo sobre as identidades e dados identificatórios dos pacientes em tratamento. Para esta finalidade devem assinar um termo de consentimento que lhes será apresentado no início do processo de triagem e avaliação.
O tratamento consistirá de consultas semanais de 90 minutos, às segundas-feiras, às 09:00 horas, tendo início no dia 14 de setembro 2009, para um grupo de 15 homens, no máximo. O tratamento sem custos de honorários durará 8 (oito) meses a partir da data de início, considerando que poderão não ser atingidas as melhoras totais da queixa inicial neste período, embora estudos efetuados nos últimos 30 anos apontem que o tempo para a solução deste tipo de dificuldade possa ser inferior ao tempo proposto neste projeto de atendimento psicológico.
O prazo para inscrições de avaliações psicossexológicas para participação neste grupo de tratamento é até 01 de setembro de 2009. O agendamento destas avaliações dependerá de disponibilidades de horários dos profissionais envolvidos.
Para marcar agendamento destas avaliações iniciais será necessário entrar em contato por e-mail diegohenriquev@gmail.com, inpasex@uol.com.br ou pelo telefone (11)3662-3139, solicitando a Psic. Diego Viviani ou Psic. Giovanna Lucchesi, fornecendo nome e contatos telefônicos.